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terça-feira, 22 de setembro de 2009

O tombo da cigana































Semana passada comecei minhas aulas de dança cigana!

Gente! É demais!

As músicas são lindas, a saia é linda e para quem não sabe, as ciganas usam 3 saias, a primeira é de tecido vaporoso, a segunda é um forro que parece cetim e a última que é dourada.
As duas saias de cima tem 13 metros de tecido cada uma, a terceira que é dourada, tem menos roda.

Na primeira aula aprendi a fazer movimentos ondulantes com a saia, giros e piruetas e a trabalhar aqueles movimentos suaves com as mãos.
A professora gosta que usemos sapatilha para dançar, então levei uma sapatilha de meia ponta azulzinha que tenho do tempo que eu fazia ballet.
Já na primeira aula percebi que a tal sapatilha estava jogando contra mim, derrapei umas 3 vezes, todavia ( olha só o tom de descaso!) nem dei bola !
Ai de mim!

Ontem, lá fui eu para a aula com a sapatilha na bolsa , toda prosa!
Usei uma super mega saia azul linda para fazer a aula, até combinou com a sapatilha derrapante.
Fizemos aquecimento e aí começou a aula propriamente dita.
Fiz vários giros, e de repente ...

CATAPLAFT!

Sim!! Nadinha Mara foi ao chão !

A professora logo surgiu como uma super heroína com um saco de gelo e depois ainda fez massagem com gelol.
Detalhe: Caí sentada e fiquei com o lado esquerdo do bumbum avariado.
Mas, como vocês já devem imaginar, nem dei bola para o azar, arranquei a sapatilha traíra ,continuei a aula e ainda aprendi a dançar usando o leque.
Estou amando as aulas e a partir de agora só faço aula descalça,só para garantir .

Nadinha Mara

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Dancinhas de Mamys





















Episódio de hoje: a sapatilha de pontas!

Quando mudei para São Bernardo decidi voltar a estudar ballet.
Bem perto do Paço Municipal havia uma escola de ballet clássico , foi lá que decidi voltar a dançar.
Minha filha mais velha já estava crescidinha e a escola era perto de casa, uns 10 min de ônibus.
Alguns meses depois fui promovida e passei a usar sapatilhas de ponta.
Que maravilha!
Junto com a promoção veio o resultado do teste de gravidez : Positivo!
Fiz mais 3 meses de aulas e parei para esperar pelo novo rebento.
Ela nasceu linda, chorona e com 4,5Kg , uma linda menina a quem chamamos de Ana Carolina.
Assim que terminou o período de resguardo , lá fui eu para minha aula de ballet, carrinho de bebê, sacola com fraldas e mamadeiras, uma criança de 6 anos e o bebê rechonchudo.
Pegávamos o busão aos trancos e barrancos e íamos rumo ao meu sonho de ser bailarina.
A aula começava, música suave, todas as alunas na barra para aquecimento e em seguida trocávamos as sapatilhas normais pelas de ponta.
Sempre neste momento meu bebê fofinho começava a chorar e não havia nada que o fizesse parar.
O jeito era pégá-lo no colo e ir para a barra.
A cena era no mínimo insólita , o bebê parava de chorar quando estava no meu colo e na ponta dos pés eu fazia minha aula até o fim.
Era como aliar a dança clássica à musculação, ela pesava muito.
Aguentei o tranco por três meses , depois disso aposentei a sapatilha de ponta.

Esta semana me peguei pensando nas aulas de ballet e senti tanta saudade!!!
Vou começar a procurar uma aula de dança, afinal não sou de ferro, né?

Nadinha Mara

sábado, 22 de agosto de 2009

Dancinhas da mamys













Episódio de hoje: A boa ação!


Há alguns anos, Ana Carolina namorou um moçoilo que fazia faculdade de Educação Física.
Ele estava quase sendo reprovado por falta em uma das matérias.
A matéria era Folclore e a professora deu-lhe uma chance : teria que frequentar uma academia de danças folclóricas por um mês e fazer relatórios para provar que assistiu as aulas.
Foi com um certo desânimo que ele nos relatou o fato!
Fiquei logo interessada no assunto e me ofereci para frequentar as aulas com ele.
Nesta época eu fazia aulas de violino bem no dia da aula de dança, mas me prontifiquei a acompanhá-lo, desde que ele fosse me pegar no término da minha aula.
O acordo estava feito!
Ele passava , me pegava e lá íamos para a tal academia.
No primeiro dia as pessoas ficaram surpresos com a chegada do rapaz e da sogra com um violino em punho, mas depois foram se acostumando.
Ele sentava com um bloco e uma caneta na mão e anotava tudo enquanto eu participava das aulas.
Aprendi a dançar caboclinho ( um bailado de origem indígena muito bonito) , maracatu (ritmo musical afro-brasileiro) e frevo ( é uma das danças mais vivas e mais brejeiras do folclore brasileiro).
Nem preciso dizer o quanto aprontei e no quanto ele ria das minhas escorregadas.
Aquele guarda-chuvinha do frevo é muito bonitinho e eu sempre escolhia o mais colorido.
Voltava para casa com as pernas bambas e o masseter doendo de tanto rir.

Uma verdadeira terapia!

Aprendi nesta época que não basta ser sogra , tem que participar!

Nadinha Mara