sexta-feira, 5 de junho de 2009

Teste de honestidade



















A história se passa nos anos 80 , sala de aula da escola americana do colégio Mackenzie.
Minha filha Ana Carolina resolveu fazer um teste de honestidade com um amiguinho da classe.
Pega de sua mochila uma nota de UM REAL , amassa e joga perto da carteira do menino e imediatamente pergunta ao mesmo se o dinheiro é dele.
Rapidamente o coleguinha diz que sim , pega a cédula amassada e coloca no bolso.
Ela chega em casa e conta o episódio , meio decepcionada, mas aliviada por ter descoberto que o menino além de mentiroso é desonesto , portanto não é digno de sua admiração.

Pois é!
No mundo em que vivemos, o normal é ser desonesto e mentiroso, quando encontramos uma pessoa honesta ficamos surpresos.
A honestidade deveria ser uma coisa preciosa para nós, mas vamos combinar, com os políticos que temos, que acham normal roubar , que desviam dinheiro para suas contas pessoais no exterior e que dizem que estão se lixando para a opinião do povão, o que podemos esperar de nossas crianças?
Quando lembro desse episódio ainda tenho esperança de que nem tudo está perdido.

Nadinha Mara

4 comentários:

Isadhora disse...

Aiiii que Nega espertaaaaaa!!!!
Adoreiiii....

Será que ainda tem alguem que cai nesse teste?
Pq ando precisando fazer por aqui...

Aninha Leme disse...

Não creio que eu dei meu rico dnheirinho $$ desse jeito pra um desonesto qualquer!!
eu poderia ter comprado várias balas e chicletes!! poww
to revoltada!
chibatada em mim por confiar nos outros!!
beijos

Gabitus disse...

ai, que coisa mais bonita essa menina da foto!!!

e tão tolinha por achar que as pessoas são honestas!!

por isso amo essa guria!!

beijo!

Sheyna A. A. disse...

aaaaaaaaaaaaaah mas é um total jeito Aninha de ser, hein??
Desde pequenininha, hein?? Afinal, 1 real não ía te fazer falta, mas a honestidade ao cidadãozinho em formação, sim. Aliás, cá pra nós, neeem devia ser Real, hein???? kkk
Mas cara, vindo de Mackenzie, é isso aí! Só tinha bestinhas ao meu redor, salvo raríssimas exceções!
beijos, Shey